Os registros sobre figuras mecânicas fazendo movimentos
automatizados começa na antiguidade nas mitologias dos povos Greco e Romanos. Ao longo dos tempos saiu da imaginação para a realidade com a criação de
máquinas rudimentares e evoluiu para os robôs de alta tecnologia que já observamos hoje.
Apesar desta longa jornada a expressão robô foi utilizada pela primeira vez pelo dramaturgo Karel Capek em 1920 numa peça de ficção científica onde um dos personagens era um autômato. Mas, a popularização da expressão robô começou em 1950 por Isaac Asimov com a publicação do seu livro Eu o Robô.
Apesar desta longa jornada a expressão robô foi utilizada pela primeira vez pelo dramaturgo Karel Capek em 1920 numa peça de ficção científica onde um dos personagens era um autômato. Mas, a popularização da expressão robô começou em 1950 por Isaac Asimov com a publicação do seu livro Eu o Robô.
Neste livro ficaram famosas as 3 leis da robótica
que depois se tornaram 4. O objetivo destas leis eram garantir a segurança do
ser humano e por fim de toda a humanidade.
1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.
Mais tarde Asimov acrescentou a “Lei Zero”, acima de todas as outras: um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.
Estas são as nossas preocupações nos dias atuais.
A robótica
passa por um grande momento pois os robôs em construção e protótipos em estudo
estão incorporando cada vez mais sensibilidade de movimentos e de equilíbrio,
câmeras digitais e sensores para identificação de objetos, estão sendo
projetados e construídos utilizando materiais de ponta para se adaptarem a
ambientes específicos conforme a sua finalidade, estão incorporando cada vez
mais graus de liberdade possibilitando a realização de um sem número de tarefas
e ganhando inteligência artificial. Além do auxilio ao ser humano nas suas
macro tarefas estão sendo também projetados em nano escala para cumprir
funcionalidades de alcance atômico e molecular.
Teremos uma gama de robôs que atuarão de forma remota ou sem a necessidade do convívio com os seres humanos mas, outros terão esta necessidade criando uma sutileza que podemos chamar de robótica social.
Podemos caracterizar como social os ambientes doméstico, de trabalho, de entretenimento e de hospitais. Nestes ambientes além da programação necessária, teremos que se considerar a imprevisibilidade pelo surgimento repentino de objetos tais como uma criança ou animal passando, brinquedos jogados no chão, gente levantando a todo momento de suas cadeiras, saindo de salas, etc. Como podemos ver é uma situação dinâmica. Os robôs deverão ter uma programação para a interação social com as pessoas pois, elas também estarão trabalhando no mesmo ambiente no mesmo tempo, bem como, terão que ter reações adequadas diante da necessidade de se interromper ou alterar a forma de como estavam fazendo um movimento devido ao surgimento repentino de um obstáculo.
A robótica se transformará numa gigantesca indústria atraindo grandes investimentos financeiros, abrindo novas frentes de trabalho na cadeia produtiva para vários tipos de profissionais. Na área educacional abrirá novos horizontes para o aprendizado do aluno. Este é um cenário para muitos e muitos anos.
Aplicações
Na Agricultura
Robôs inteligentes aplicados para nos auxiliar na análise do solo determinando as correções necessárias do mesmo, distâncias adequadas para o plantio das sementes, controle da irrigação, eliminação de pragas, fazendo a analise das folhas para determinar se é necessário novas correções no solo e fluxo de irrigação e por fim determinar o momento certo da colheita.
Na vida cotidiana:
Robôs cozinheiros domésticos e em restaurantes capazes de fazerem pratos simples ou requintados.
Suporte aos vários tipos de profissionais que necessitam que uma massa muita grande de informações tenham sido previamente analisada para que ele possam tomar decisões sobre próximas etapas, por exemplo médicos em diagnósticos, engenheiros, juristas, etc.
Os carros se transformarão em robôs e irão interagir com os usuários sobre deslocamentos, condições de estradas, condições do tempo, etc.
Na medicina o campo é vasto:
Robôs para treinamento de alunos em medicina moderna. São capazes de simular vários tipos de doenças e reconhecem os medicamentos aplicados e reagem favoravelmente ou não às dosagens permitindo antecipar aos alunos possíveis realidades.
Robôs assistentes ou até mesmo principais em cirurgias em função da precisão e delicadeza de movimentos.
Nano robôs origamis controlados magneticamente que ao serem ingeridos levam medicamento, realizam cirurgias e até removem objetos ingeridos.
Na indústria
Robôs substituirão o homem em lugares de radiação, no manejo de produtos químicos perigosos, combate a incêndios, mineração, etc.
Robôs com IA serão excelentes designers de qualquer produto uma vez que terão um alto nível de informações dos gosto e tendências dos usuários com relação a vestuário, carros, artigos de decoração, alimentos,etc.
Como podemos imaginar, a criatividade necessária para melhorar as funcionalidades e aplicações da robótica não terá fim.
Recomendo o vídeo:
Onde a roboticista Andrea Thomaz nos dá uma visão geral do que está chegando no campo da robótica, onde os robôs poderão funcionar e colaborar com os seres humanos tão naturalmente quanto os humanos em situações sociais.
Consulte e
veja mais vídeos sobre a Robótica e outros temas na Página de Vídeos recomendados.
Alguns conceitos sobre robótica | RoboLivre
Eu o Robô | Isaac Asimov

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